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sábado, 22 de janeiro de 2011

Shaolin chega ao Hospital das Clínicas em São Paulo

O humorista Francisco Jozenilton Veloso, de 39 anos, o "Shaolin", chegou à capital paulista às 2h50 da madrugada de hoje. Foi trazido em um voo fretado de uma empresa de táxi aéreo.

Com risco de amputação do braço esquerdo e ainda em coma, o artista foi transferido para o Hospital das Clínicas (HC) por uma ambulância particular com UTI. O paciente ficará aos cuidados do médico ortopedista Nilberto Scaff, segundo explicou seu assessor, Alessando Bonfim.

- A ideia inicial era levá-lo ao Hospital Sírio-Libanês, mas os médicos de lá indicaram o doutor Nilberto por ser um dos maiores especialistas do país em ombros.

Cajazeiras ganha disque reclamações para reivindicar problemas referentes à iluminação pública

Quem desejar reclamar qualquer problema referente à iluminação pública, na sua rua ou no seu bairro é só ligar para o número: 0800 282 1463.

A população cajazeirense já pode fazer qualquer reclamação referente à problemas com a iluminação pública. Foi o que informou o Secretário de Comunicação Jarismar Pereira.

Segundo Jarismar, as reivindicações poderão ser feitas através do telefone 0800 282 1463. Ele disse que o atendimento será realizado pela CERVARP (Cooperativa de Energia e Desenvolvimento Rural do Vale do Rio do Peixe), que é a empresa responsável pela manutenção e reposição de lâmpadas da rede pública do município.

“O atendimento é 24 horas e a população pode ficar despreocupada que a CERVARP vai resolver todos os problemas com relação à iluminação pública”, salientou.

Nutricionista se alimenta de comida de cachorro em experimento

Crítico da dieta pouco nutritiva consumida por boa parte dos americanos, o nutricionista Michael Konowalski, 32, começou um “experimento” em janeiro de 2010: “Passei a comer qualquer coisa que tivesse vontade, fosse uma refeição fast-food, um cachorro-quente, na hora em que tivesse vontade, sem restrições, por 11 meses. Depois, passei um mês comendo apenas McDonald’s”.

Em janeiro deste ano, o “experimento” entrou numa nova “fase”: Konowalski passou a comer apenas comida de cachorro, o que pretende fazer por “30 ou 90 dias”. O objetivo: mostrar que até ração animal é “bem melhor do que a dieta do americano comum”.

“Não estou buscando seguidores, não recomendo isso para ninguém. Mas acho que o país tem que acordar para o que come. Sofremos (os efeitos dessa dieta) porque queremos. É nossa escolha”, disse Konowalski – polonês radicado nos EUA há dez anos, pai de duas crianças e, segundo ele, criador de planos de dietas para atletas. Ele está descrevendo sua rotina no blog inserido no site www.thechoiceprojectmovie.com.

“Energia”
O nutricionista diz que se sente “mais cheio de energia” agora, enquanto se alimenta de ração – orgânica, ressalta ele – do que durante o mês em que se alimentava apenas de lanches do McDonald’s. “E minha taxa de gordura corporal, que antes do “experimento” era de 8% a 10%, subiu para 22% (nos meses em que ele comeu o que queria e fast-food) e baixou para 19% no último mês”, diz ele.

Ele confessa que não conseguiu comer a ração nos primeiros dias em que se propôs a fazê-lo, “pela barreira mental”. “Mas não estou comendo pelo sabor, e sim pelos nutrientes, ainda que (os presentes na ração) não sejam suficientes. Estou fazendo isso para provar meu ponto”, falou.

Konowalski está fazendo um documentário sobre a experiência, que gostaria de lançar até o final do ano que vem. Mas ele nega que suas refeições “caninas” sejam um golpe publicitário. “Não estou fazendo isso por fama ou dinheiro. Tanto que nem envolvi o nome da minha empresa de nutrição no projeto. Quero inspirar as pessoas a mudar suas vidas. E é um desafio pessoal também. Tenho alguns projetos não finalizados, mas neste eu tenho que ir até o fim” (Ainda que o fim não esteja muito claro: Konowalski diz que não sabe que rumo tomará sua dieta após a experiência com comida de cachorro).

Ele diz que o documentário semelhante Supersize Me, de 2004, em que o autor, Morgan Spurlock, passou um mês se alimentando apenas de McDonald’s, falha ao atribuir a terceiros a culpa pela empobrecida alimentação praticada nos Estados Unidos e no mundo. “Culpamos o governo, as empresas, todo o mundo. Mas nossa alimentação é nossa escolha pessoal. E, em geral, não costumamos escolher comidas saudáveis”, opina Konowalski.

Vencedor do Nobel afirma que moléculas de DNA podem se teletransportar

O biólogo francês Luc Montaigner, vencedor do Prêmio Nobel de Medicina de 2008 por seu trabalho com HIV e AIDS, afirmou que moléculas de DNA são capazes de se “teletransportar” de um tubo de ensaio para outro, apenas estando sujeitas a um campo eletromagnético fraco e de baixa frequência.

Montagnier afirma ter novas descobertas que prometem balançar novamente o mundo da ciência e da tecnologia. Em sua nova pesquisa, ele parece ter descoberto que moléculas de DNA teriam a capacidade de projetar “impressões eletromagnéticas” em um ambiente que nunca tiveram contato, podendo significar uma nova propriedade do DNA.

Segundo informações do site , a experiência consiste em dois tubos de ensaio, um contendo uma pequena quantidade de DNA bacteriano e outro apenas com água pura. Os dois tubos são colocados sob um campo eletromagéntico fraco. Cerca de 18 horas depois, ao analisar o conteúdo dos tubos, Montagnier identificou moléculas de DNA em ambos os tubos.

Entretanto, o site Tech World destaca que a palavra teletransportar é muito forte, já que as moléculas não passaram de um tubo para o outro, mas sim criaram uma réplica. Trata-se portanto de clonagem e não transporte.

Outro motivo de ceticismo por parte da comunidade científica é o tempo de duração da experiência. Segundo os pesquisadores, fenômenos deste tipo seriam semelhantes a um efeito quântico. Porém, este tipo de efeito só aparece em temperaturas muito baixas e em intervalos de tempo da ordem de picosegundos (ou a trilhonésima parte de um segundo).

O artigo de Montagnier e seus colaboradores ainda não foi aceito para publicação, mas seu draft está disponível aqui. Outros cientistas da área de biologia e bioquímica estão ansiosos para a publicação do artigo, para poderem analisar os resultados com mais fundamentos.

Estudo: fumar causa danos genéticos minutos após inalação

Estudo realizado por cientistas americanos concluiu que a fumaça do cigarro começa a provocar danos genéticos minutos – e não anos – após chegar aos pulmões. A pesquisa foi publicada na revista Chemical Research in Toxicology.

Os pesquisadores envolvidos no estudo de pequeno porte descreveram os resultados como um alerta para pessoas tentadas a começar a fumar. A pesquisa é a primeira feita em humanos detalhando a forma como certas substâncias presentes no tabaco provocam danos ao DNA associados ao câncer.

Danos ao DNA
O cientista Stephen S. Hecht e sua equipe comentam no artigo que o câncer de pulmão mata três mil pessoas por dia, a grande maioria delas, em consequência do fumo. O fumo também está associado a pelo menos 18 outros tipos de câncer.

Há evidências de que substâncias nocivas presentes na fumaça do cigarro, chamadas hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (ou HPAs), seriam responsáveis pelo câncer de pulmão. Até hoje, no entanto, os cientistas não tinham informações sobre a forma específica como os HPAs presentes na fumaça do cigarro danificavam o DNA humano.

Como parte do estudo, financiado pelo Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, os cientistas adicionaram um HPA específico, o fenantreno, a cigarros, e depois monitoraram o progresso da substância nos organismos de 12 voluntários que fumaram os cigarros.

Substâncias tóxicas
Os cientistas dizem ter verificado que o fenantreno rapidamente formou substâncias tóxicas no sangue dos voluntários, provocando mutações que podem causar câncer.

Os fumantes desenvolveram níveis máximos da substância em um intervalo de tempo que surpreendeu os próprios pesquisadores: entre 15 e 30 minutos após os voluntários terminarem de fumar.

Os pesquisadores disseram que o efeito foi tão rápido que foi equivalente a injetar a substância diretamente na corrente sanguínea. “Este estudo é único”, escreveu Hecht, um renomado especialista em substâncias causadoras do câncer encontradas na fumaça do cigarro e no tabaco sem fumaça.

“Ele é o primeiro a investigar o metabolismo humano de um HPA adquirido por meio de inalação de fumaça de cigarro, sem interferência de outras fontes de exposição como a poluição do ar ou a dieta. Os resultados relatados aqui devem servir como um aviso aos que consideram começar a fumar, completou Hecht.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Cuidados com a boca do bebê

A boca do bebê não precisa ser limpa, mas deve-se observar a possível existência de “sapinhos” que são fungos que cobrem a lingua e a mucosa da boca com uma película branca.

Para prevenir esta infecção é importante limpar o peito após cada mamada e secá-lo. O mamilos podem ser limpos usando um algodão embebido em água com bicabornato de sódio, ou toalhitas próprias para limpar os mamilos.

Para preparar a solução caseira, coloque em um copo de água de 200ml duas colheres de café de bicabornato de sódio.

É importante detectar a presença dos fungos porque se não tratados atempadamente eles passam para o intestino provocando entre outra coisas, diarréias.

Paracetamol pode estar ligado a alergias e asma em crianças

O uso do paracetamol em crianças pode estar ligado ao desenvolvimento de alergias e asma mais tarde em suas vidas, segundo um estudo. Mas maiores pesquisas são necessárias para esclarecer essa descoberta, e os benefícios do paracetamol para controlar a febre ainda são maiores que o potencial para o desenvolvimento posterior de alergias, disse Julian Crane, professor da Universidade de Otago, em Wellington, Nova Zelândia, autor do estudo.

“O problema é que o paracetamol é dado livremente às crianças”, disse. “Existem muitas provas sugerindo que algo está acontecendo aqui. Não está completamente claro, esse é o problema.”

O relatório, publicado na revista Alergia Clínica e Experimental, é baseado no Estudo Cohort em Asma e Alergia, da Nova Zelândia, que investigou o uso de paracetamol em 505 crianças na cidade de Christchurch e 914 crianças entre 5 e 6 anos de idade na mesma cidade para ver se desenvolviam sinais de sensibilidade para asma ou alergias.

“A maior descoberta foi que crianças que usam paracetamol antes dos 15 meses de idade (90%) tinham mais de três vezes maior probabilidade de se tornarem sensíveis a substâncias alérgicas e duas vezes mais probabilidade de desenvolver asma aos 6 anos em relação às crianças que não usam paracetamol”, disse Crane, em comunicado.

“No entanto, ainda não sabemos por que isso ocorre. Precisamos de testes clínicos para ver se essas associações são causais ou não, e esclarecer o uso dessa medicação.” Mas as descobertas mostram um risco maior para aqueles com graves sintomas de asma. Ele disse que na falta de outras opções e estudos confirmando uma ligação causal, o paracetamol deveria continuar sendo usado por enquanto. “Se eu tivesse um filho com febre, eu lhe daria paracetamol”, acrescentou.

Cientistas: terapia genética melhorou memória de ratos com Alzheimer

Uma técnica de terapia genética criada para melhorar problemas de memória associados ao Mal de Alzheimer foi testada com sucesso em ratos, dizem cientistas americanos.

Os especialistas usaram a técnica para aumentar níveis de uma substância química que auxilia a comunicação entre células do cérebro, explica um artigo publicado na revista científica Nature. Esse processo de envio de sinais entre as células é prejudicado em pacientes com o Mal de Alzheimer.

Segundo a entidade britânica Alzheimer’s Research Trust, que fomenta pesquisas sobre a doença, o novo estudo acrescenta uma peça importante ao conhecimento que se tem sobre a sobre a doença e sugere novas rotas de pesquisa.

Amilóide
Com o aumento na expectativa de vida da população de muitos países do planeta, a incidência do Mal de Alzheimer e de outras formas de demência deve crescer. A equipe de pesquisadores do Instituto Gladstone de Doenças Neurológicas, nos Estados Unidos acredita que um aumento nos índices do neurotransmissor EphB2 no cérebro possa ajudar a reduzir ou mesmo prevenir alguns dos piores efeitos da condição.

Seu estudo sugere que a substância cumpre um papel importante na memória e que sua presença é reduzida em pacientes com o Mal de Alzheimer. Uma das características mais marcantes dos cérebros afetados pela condição é o acúmulo de placas de uma proteína chamada amilóide. Com o passar do tempo, isso leva à morte das células do cérebro.

Experimento
A equipe baseou seu experimento em uma particularidade da proteína amilóide: sua suposta habilidade de se acoplar ao neurotransmissor EphB2, reduzindo a quantidade da substância disponível para as células do cérebro, o que poderia em parte explicar a perda de memória nos pacientes.

Para testar essa ideia, eles usaram técnicas de terapia genética para reduzir e também para aumentar a quantidade de EphB2 disponíveis nos cérebros de ratos de laboratório. Quando os índices da substância foram reduzidos em ratos saudáveis, os animais desenvolveram sintomas de perda de memória similares àqueles observados em ratos programados geneticamente para apresentar uma condição similar ao Mal de Alzheimer.

E quando os ratos com sintomas de Alzheimer receberam terapia genética que aumentou os índices de EphB2, seus sintomas de perda de memória desapareceram.

Lennart Mucke, líder do estudo, disse que sua equipe ficou “encantada” com a descoberta. “Com base nos nossos resultados, achamos que impedir as proteínas amilóides de se acoplarem ao EphB2 e aumentar os índices de EphB2 ou de (suas) funções por meio de drogas pode ser benéfico a (pacientes com) Mal de Alzheimer”, disse Mucke.

Repercussão
Pesquisadores britânicos disseram que o estudo, embora interessante, não oferece uma resposta rápida para pacientes com Alzheimer. Rebecca Wood, diretora do Alzheimer’s Research Trust, disse que o cérebro humano é complexo, e entender como ele funciona e como é danificado por doenças como o Mal de Alzheimer é uma tarefa gigantesca.

O estudo “indica uma forma de fazer com que as células nervosas do cérebro continuem se comunicando, o que é vital para o pensamento e a memória”. Mas ela acrescentou: “Não sabemos ainda se essas descobertas vão levar a um novo tratamento para o Mal de Alzheimer – isso ainda vai demorar”.

Médicos reconstituem traqueia com pele e costelas do paciente

Equipe de cirurgiões franceses afirma ter conseguido pela primeira vez reconstruir a traqueia de vários pacientes com câncer, usando um pedaço da pele e fragmentos dos próprios doentes. “É a primeira substituição traqueal confiável do mundo”, afirmou o professor Philippe Dartevelle, chefe do departamento de cirugia toráxica e vascular do Centro Marie Lannelongue, perto de Paris, autor da inovação em parceria com um cirurgião plástico, Frederic Kolb.

A técnica, aperfeiçoada progressivamente desde 2004, foi utilizada em sete pacientes em seis anos. Cinco deles, que sofriam de câncer, estão bem e levam uma vida normal.

O trasplante de traqueia praticado por Dartevelle e Kolb, chefe do serviço de cirugia plástica e de reconstrução do Instituto Gustave Roissy, consiste em substituir a traqueia destruída ou obstruída por um novo tubo, idêntico, construído com o próprio tecido do paciente, o que evita a possibilidade de rejeição.

O enxerto é fabricado com um pedaço de pele (de 9 cm x 12 cm) retirado do antebraço do paciente, com os vasos sanguíneos. Depois, o tecido é “armado” com pedaços de cartilagem, retirados das costelas do paciente e cortados em finas tiras. Em seguida, o pedaço de pele é dobrado e suturado para formar um tubo, que substituirá a traqueia. Ele deve ser rígido o suficiente para resistir à pressão da respiração, e flexível o bastante para acompanhar os movimentos do pescoço. A técnica é utilizada atualmente por cirurgiões plásticos para reconstruir pedaços de nariz.

Os tumores da traqueia, duto que vai da laringe aos brônquios, podem matar um paciente em pouco tempo, pois causam asfixia. “Quando se usa uma nova técnica, é preciso garantir que funcione e possa ser reproduzida”, explicou Dartevelle.

Dos sete pacientes operados, dois faleceram em decorrência de uma infecção pulmonar. Os cirurgiãos explicaram que estes dois “fracassos” ocorreram devido ao tamanho do enxerto realizado, que ia até os brônquios – longo demais para fazer a expectoração das secreções bronquiais sem os “cílios” que cobrem a traqueia normal.

A traqueia reconstituída é “perfeitamente vascularizada”, destacou Dartevelle, e apresenta em sua superfície interna, que está em contato com a pele, um epitélio (camada superior da pele).

Experimentos têm sido feitos em animais para trocar o epitélio cutâneo usado até agora por um epitélio respiratório, produto de um cultivo com células ciliadas da nasofaringe.

“Até o momento, não havia uma solução aceitável para contar com uma verdadeira substituição traqueal”, indicou Dartevelle, referido-se às diferentes técnicas testadas nos últimos cinquenta anos (trasplantes, próteses, fragmentos de aorta, etc).

domingo, 16 de janeiro de 2011

Busca online de dados sobre saúde é popular, mas tem riscos

O número de pessoas que procuram orientação sobre saúde na internet deve subir muito à medida que os trabalhadores voltam das festas de fim de ano, mas poucos irão checar a origem da informação, segundo uma pesquisa internacional divulgada nesta terça-feira.

Um estudo de pesquisadores da London School of Economics (LSE) encomendado pela empresa Bupa, do setor privado de saúde, mostrou que com os notebooks e smartphones prestes a superar os computadores em 2012, mais informação sobre saúde está disponível online e há mais meios de acessá-las do que antes.

A pesquisa da Bupa Health Pulse ouviu mais de 12 mil pessoas na Austrália, Brasil, Grã-Bretanha, China, França, Alemanha, Índia, Itália, México, Rússia, Espanha e Estados Unidos e descobriu que 81% das que têm acesso à internet usam a rede para obter orientações sobre saúde, remédios ou condições que requerem cuidados médicos.

Os russos são os que mais buscam orientação na internet, seguidos pelos chineses, indianos, mexicanos e brasileiros. Os franceses são os que menos recorrem às informações online sobre saúde, de acordo com o levantamento.

O estudo também constatou que 68% dos que têm acesso à internet a utilizam para buscar orientação sobre determinados remédios e 4 em cada 10 procura informações a respeito de experiências de outros pacientes sobre um problema de saúde. “As novas tecnologias estão ajudando mais pessoas em todo o mundo a saber mais sobre sua saúde e tomar decisões mais bem fundamentadas. No entanto, as pessoas precisam se certificar de que a informação que encontram as ajudará a melhorar, e não a piorar”, disse o pesquisador sênior David McDaid, da LSE.

Na Grã-Bretanha, onde a Bupa prevê que haverá 40 milhões de acessos a websites de saúde esta semana, já que as pessoas tentam cumprir as resoluções de ano-novo, os especialistas alertam que muita informação sobre saúde encontrada na Internet não é checada e os usuários terão dificuldade em saber no que confiar.

Segundo a pesquisa, dos 73% dos britânicos que dizem utilizar a internet para obter orientação sobre saúde, mais de 6 entre 10 procuram dados sobre remédios e mais da metade (ou 58%) usam essa informação para se diagnosticar. Mas somente um quarto das pessoas dizem checar a origem da orientação online.

“Confiar em informação enganosa pode facilmente levar as pessoas a assumir riscos com tratamentos e exames inadequados, desperdiçar dinheiro e ter problemas desnecessários”, afirmou Annabel Bentley, diretora médica da Bupa. “Além disso, as pessoas podem fazer uma checagem online e desconsiderar sintomas graves, em vez de buscar orientação com um médico.”

Novo teste de DNA identifica até cor do cabelo de criminosos

Uma pesquisa de um centro médico da Holanda, em conjunto com cientistas da Polônia, conseguiu aprimorar o teste forense de DNA ao ponto de indicar a cor de cabelo do dono do material genético. Segundo a instituição, o novo exame indica com mais de 90% de precisão se o cabelo de uma pessoa é ruivo ou preto e, com mais de 80% de precisão, se é loiro ou castanho.

Segundo o Centro Médico Erasmus, da Holanda, o teste indica até diferenças na tonalidade – se uma pessoa tem cabelo loiro mais claro ou mais escuro, por exemplo. O DNA utilizado pode ser retirado de sangue, esperma, saliva ou outro material genético encontrada na cena de um crime.

“Estamos possibilitando prever as cores de cabelo a partir do DNA, o que representa um grande avanço, pois, até agora, apenas cabelos ruivos (que são mais raros) podiam ser estimados a partir do DNA”, diz o professor Manfred Kayser, chefe do departamento de biologia molecular forense, em nota do centro médico. Segundo o pesquisador, eles estudaram o DNA de centenas de europeus e identificaram 13 “marcadores” de 11 genes que informam a cor do cabelo.

Segundo a nota do centro médico, pesquisas anteriores já indicaram a possibilidade de prever a cor do olho e até a idade de um suspeito baseadas apenas em DNA encontrado na cena de um crime e poderão ajudar em investigações policiais.
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adolescencia

uberdade é a fase inicial da adolescência e é caracterizada pelas transformações físicas e biológicas que acontecem no corpo dos meninos e das meninas. É durante a puberdade (entre 10 e 13 anos nas meninas e 12 e 14 nos meninos) que os órgãos sexuais se desenvolvem. Eles ficam preparados para reproduzir.

Nos meninos, durante a puberdade, ocorrem as seguintes mudanças corporais e biológicas: surgimento de pêlos pubianos, crescimento do pênis e testículos, engrossamento da voz, crescimento corporal, surgimento do pomo-de-adão e primeira ejaculaçã